sexta-feira, 28 de maio de 2010

Reaproveitamento de peças


Em minha concepção de construção/desconstrução não uso nenhum tipo de serra ou corte, as peças são unidas e montadas do jeito que aparecem na minha frente.
Restos de pranchas de madeira me inspiraram nesse móvel, que acabou parecendo uma mão de cartas. Uma sequência degrau-leque-escada que serve para várias finalidades como apoio de jóías, talheres e taças. Em maçaranduba, esta madeira de lei, que já não se encontra no seu estado natural.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Equilíbrio sustentável - Peixinho


A mesa Peixinho em maçaranduba se sustenta em uma composição de duas peças verticais em forma de bico. O equilíbrio sustentável fica por conta do peso do tampo. O tampo apareceu em minhas mãos desgastado e oxidado pelo tempo, o que dá um caráter bem original à peça. O formato é acompanhado de uma treliça e asas que sugerem as nadadeiras de um peixe para apoio de aparatos de petiscos e drinks for 2.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Mesa Pernas


A ideia de desconstrução a partir da reconstrução veio de repente e tornou-se um vício no meu olhar. Esse modelo que intitulei Pernas é de cedrinho, uma madeira super leve e malelável, parecendo um objeto, cuja disposição, se lança como uma flexa ao universo.
Caso tenha interesse entre em contato: moveisresto@gmail.com

Maçaranduba Mesaico


A maçaranduba é um excelente material por ser extremamente durável e escuro. Esse móvel, que virou uma obsessão, surgiu a partir de restos de escada da minha casa em Teresópolis. Ficou no tempo uns anos e acrescentaram-se à madeira veios e buracos extremamente logísticos para uma criação. Este mesaico é nº 1.

Materiais de descarte


Peças descartadas da produção como esses restos de escada de cumarú: são cinco pedaços apenas formando uma mesinha de centro com um toquezinho gaudiano. Detalhe: só cabiam três pés.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Móveis Restô - Como aconteceu - Estante Lancha


Móveis Restô veio da ideia de juntar pedaços de madeira cujo destino é o fundo do galpão da madeireira, o lixão ou irremediavelmente as pegadas de carbono. Juntar peças que tenham alguma coisa em comum, excluídas da produção, e transformar estes restos em um móvel com uma história no mínimo insólita é o fim de uma produção única e 100% ecológica.
Essa é a especificidade do meu trabalho, que começou de um simples quebra-cabeça ideológico, digamos uma fase.